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Redes sociais são usadas pela sociedade campinense para protestar contra Ricardo e Romero

Diante dos constantes casos de assaltos e arrombamentos que aumentam a sensação de insegurança em Campina Grande, como da intenção do prefeito Romero Rodrigues de coibir a entrada de pessoas sem o cartão Vale Mais no Sistema Integrado de transportes da cidade. Multiplicaram-se as campanhas pelas redes sociais de entidades sociais e comunidades virtuais que cobram mudanças nessas áreas.

Observando o aumento da criminalidade na cidade a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) lançou ontem (01) a noite a campanha #QueroMinhaCampinadeVolta, que tem o objetivo de chamar a atenção das autoridades para os constantes assaltos que estão assolando a cidade. Fique por dentro do movimento acompanhando-o nas redes sociais:  Facebook.com/querominhacampinadevolta ou Instagram: @querominhacampinadevolta

O presidente da CDL, Hilton Motta Carneiro Filho (Tito Motta) explicou que a campanha foi idealizada diante do sentimento de revolta da população campinense que sofre com a falta de segurança na cidade. “Além dos bandidos levarem os bens materiais, eles também roubam todo o direito dos cidadãos de ir e vir com liberdade e segurança”, acrescentou Tito Motta.

Dados da CDL, revelaram que até o dia de ontem (01/10) 112 postos de combustíveis foram assaltados este anos na Rainha da Borborema. Como só existem 48 postos, muitos foram vítimas de repetidos roubos. Já no ramo da panificação, somente de agosto à setembro na Rainha da Borborema 15 panificadoras foram roubadas.

Polemica do Cartão Vale Mais – O Sistema de Bilhetagem Eletrônica chegou ao Brasil há mais de 10 anos com o objetivo de revolucionar o sistema de transportes coletivos. Porém sempre atuou de forma paralela aos pagamento em espécie, pelo menos até a intenção recente da prefeitura de tentar proibir a entrada de pessoas no Sistema Integrado que queiram pagar em espécie sua passagem. Como muitos não tem o cartão, ou tem mais não tem tempo de recarrega-lo mensalmente preferem pagar em espécie. A revolta dos campinenses se deu através das redes sociais particularmente no perfil do Facebook (Campina Grande da Depressão) onde quase 700 campinenses curtiram a postagem contraria a decisão da PMCG.