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A procuradora-geral, Raquel Dodge, pediu nesta quinta-feira (25) em alegações finais ao Supremo Tribunal Federal que imponha ao ex-presidente da república e atual senador, Fernando Collor de Mello (Pros-AL), pena de 22 anos, 8 meses e 20 dias, em ação penal no âmbito da Operação Lava Jato, informou Fausto Macedo, no Estado de S. Paulo.

Collor é acusado de corrupção passiva e lavagem de dinheiro por suposta participação em propinas que, somadas, chegam a R$ 50,9 milhões em contratos da BR Distribuidora, subsidiária da Petrobrás.

“Segundo Raquel, Collor participou de supostas propinas de ‘pelo menos R$ 9.950.000,00 em razão de contrato de troca de bandeiras em postos de combustíveis’. Também de vantagens de pelo ‘menos R$ 20.000.000,00 em razão de contratos para a construção de bases de distribuição de combustíveis celebrados entre a BR Distribuidora’. Raquel diz que Collor também integrou suposto esquema envolvendo ‘pelo menos R$ 1.000.000,00 em propinas em razão de contrato de gestão de pagamentos e programa de milhagens’. E ainda propinas de ‘R$ 20.000.000,00 para viabilizar hipotético e futuro contrato de construção e leasing de um armazém de produtos químicos em Macaé/RJ’”, conta a reportagem. Brasil 247