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Há em Campina Grande figuras preparadas fazendo oposição séria ao prefeito Veneziano Vital, mas de outra parte o baixo clero representado pelo suplente João Dantas apequena o discurso e tumultua o dia a dia da Casa de Félix Araujo.

Afeito as artes de quem se diz grande entendedor, João Dantas insiste em transformar tudo em teatro.

Canastrão, não consegue convencer ninguém com a sua ópera bufa.

Pouca gente sabe, mas João Dantas chantageou a equipe no Ministério da Cultura as vésperas da visita do ministro Gilberto Gil a Campina.

Bateu o pé e exigiu um cala a boca para não espalhar faixas pela cidade cobrando uma verba que deveria ter saído para os eu manjadíssimo Sítio São João.

João chamou um assessor do ministro num canto dias antes da vinda de Gil e botou o pé no bucho.

“Vou cobrar o ministro publicamente”, disse ele para um incrédulo Américo Córdula, então secretário nacional da Diversidade Cultural, que depois ascendeu ao posto de Secretário Nacional de Cultura.

Seria uma humilhação, mas Dantas tinha um preço e acabou recebendo as suas vinte moedas, na verdade 20 mil reais a título de locação do Sítio São João para o Rap Rep.

E é esse fanfarrão que quer ser a água sanitária da política campinense.