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A cena que vou descrever a seguir aconteceu mesmo no estacionamento do Estação Ciência e, se quem estiver com as fitas  tiver coragem, fulmina o mandato de um político paraibano e arrasta para o precipício dois ou três auxiliares.

Um empresário que venceu uma licitação chega a nossa Capital para honrar o compromisso mensal de estornar 1 milhão de reais, que bypassa por sua empresa conforme prévio acordo firmado antes de ser beneficiado com um negocio milionário e perene.

Ao contrário dos últimos meses, agora o interlocutor será outro e essa mudança brusca e não consensual lhe deixa com uma pulga atrás da orelha.

Por quê a mudança de interlocutor?  Se pergunta ele impossibilitado de saber ainda o acontecido, pois a prudência impede que a informação precisa lhe chegue devido telefones grampeados, email e todos os meios com o mesmo ruido

Precavido, ele decide gravar a entrega do “acerto” para depois não ser questionado e ter que pagar duas vezes.

Contrata um profissional de confiança,  gente da comunidade de informações com passagem até pelo Mossad, que é o serviço de inteligência Israelense, e com três câmeras passa a ter uma prova inconteste que honrou o trato, apesar da súbita troca de interlocutor.

Os arquivos existem em três anglos diferentes e um deles dentro do próprio carro onde foi entregue a maleta com 1 milhão de reais.

O por quê da troca de interlocutor soube depois que ocorreu por desentendimentos políticos, mas por coerência do submundo da corrupção e segurança pessoal disponibilizou cópias dos arquivos para o interlocutor antigo, aquele que lhe botou no negócio e foi no percurso sacaneado.

Pergunto: ainda demora para esse escândalo vir à tona? Se estiver faltando coragem garanto que protejo o primeiro interlicutor como fonte e esqueço na edição do que vou exibir quem fez a entrega. 

Só me interesso pelo personagem que recebeu a maleta com 1 milhão de reais e nunca declarou a Receita.

EM TEMPO: A entrega do “combinado” seguiu por vários meses até se expirar o contrato.