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Após muitas discussões nos âmbitos nacional e local, os vídeos que o MEC vai distribuir para as escolas públicas será tema de sessão na CMJP. Já imagino as discussões locais com os discursos inflamados de parlamentares municipais que são contra a exibição dos vídeos para crianças e outros que são favoráveis a exibição.

Cada um com seus erros e acertos de avaliação.

É bem verdade que os vídeos poderiam ser mais educativos, mas puritanismos a parte, nossas crianças do sec. XXI não pensam mais como nós.

Na idade delas, sexo já é tema comum, mesmo que de forma errada, para muitos pré-adolescentes de escolas públicas. O que falta é a orientação da forma correta e, aí sim, explicar que existe a homossexualidade orientando contra preconceito que só gera violência.

Por outro lado, acho que estes 3 milhões que se gastou no que se convecionou chamar de “kit gay”, poderia ser melhor direcionado.

Antes de  liberar o que as ONGS GLBTs chamam de pacote anti-homofobia é melhor fazer algumas ponderações sobre o impacto e se a linguagem está adequada.

Jovens no Sul tem educação mais liberal que no Nordeste e Norte, por exemplo. 

Sou daqueles que respeita a opção sexual de cada um, mas sou radicalmente contra a imposição e a banalização do que não pode ser nem regra e nem exceção. Convenhamos, o pensamento deve ser plural  e um erro não justifica outro.

Devemos buscar o equilíbrio entre o recalque evangélico da vereadora Elisa Virgínia e o liberalismo excesssivo da vereadora Sandra Marrocos.

Ou seja: nem tão roxo, nem tão lilás.