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Deu o esperado no anuncio do PSB. Desde que assentou a poeira do primeiro tudo, já se sabia que o partido, especialmente Marina Silva, havia decidido apoiar o senador Aécio Neves, no segundo turno. Não foi uma decisão obviamente ideológica. No fim, prevaleceu o espírito de oposição que tomou Marina, nessas eleições.

A senha da adesão do PSB foi dada, a partir do anúncio do ex-candidato a vice, Beto Albuquerque, e também da família Campos, em Pernambuco. Marina seguiu o fluxo da tendência. Dos 29 integrantes da direção do PSB, apenas sete optaram pela neutralidade e um defendeu o apoio à presidente Dilma. No mesmo momento, o Pastor Everaldo anunciava o apoio do PSC também ao tucano Aécio.

O PTB é outro partido em vias de anunciar apoio a Aécio.

O apoio do PSB não significa que todos os votos obtidos por Marina no primeiro turno serão automaticamente transferidos para o candidato Aécio. Porém, é esperada uma transferência de mais de 60%, diante do clima de antagonismo que marcou o primeiro turno entre Marina e Dilma, e o sentimento de oposição reinante no eleitorado do PSB.

BHM