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Algo de muito sinistro está acontecendo no interior da secretaria de Educação do Governo do Estado da Paraíba. Há alguns dias, chegou aos nossos ouvidos a denúncia de que o procurador jurídico da pasta, Bruno Ricelli de Araújo, estaria estipulando percentuais aos fornecedores para dar continuidade aos processos de aquisição de material.

Ficamos atentos, aguardando mais informações e contando com a colaboração de um fornecedor do Estado, descobrimos que a denúncia é verídica.

O “doutor” Bruno Ricelli de Araújo cobra percentuais aos fornecedores de acordo com o valor do contrato que será efetuado entre a Secretaria de Educação e as empresas. O valor é “combinado” previamente e caso o fornecedor se negue ou crie algum obstáculo, o processo é vetado pelo procurador.

De acordo com o fornecedor que nos relatou a visita feita a secretaria de Educação, o procurador disse que essa “taxa” é comumente cobrada para dar “celeridade ao processo”.

Aos fornecedores menos atentos, Bruno usa todo seu “juridiquês” e códigos que herdou da universidade para justificar e tornar legal a cobrança. Aos mais espertos ele não engana: está cobrando propina. Resta saber para onde este “recurso” tem sido destinado.