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O jornalista Helder Moura é mais um que vem sendo perseguido na imprensa paraibana por não comungar com as mesmas opiniões que as do atual governador Ricardo Coutinho.

Helder desde ontem não apresenta o seu programa de TV na Correio e a coluna no jornal não leva mais a sua assinatura.

O que esta acontecendo? Uma limpeza ideológica, como anunciou antes da posse a primeira dama via Twitter.

Eu fui gentilmente convidado a deixar o portal Paraiba1, Nilvan saiu e depois voltou para Arapuan, Josival, Gutemberg e Marcelo José foram rifados na Rádio Correio.

O fio que liga cada um de nós é o da perseguição e da intolerância ideológica. Querem-nos calados.

Como pode um líder de audiência como Helder ser relegado a uma condição menor sem a explicação óbvia da perseguição ou “limpeza”, como bem conceituou a primeira dama.

Não entendo essa necessidade que o governador tem de calar o contraponto, asfixiando, cercando, alijando ou cooptando os venais disponíveis.

O que de tão errado ele vai fazer ou já está fazendo que precisa da imprensa independente amordaçada? Ainda bem que aos perseguidos resta o território neutro da internet, nosso blog ou o portal ClickPb, que não se curvam mesmo diante de processos e outras ameaças.

Não seria a hora de Marcela Sintônio, presidente da API, levantar a voz em defesa dos colegas?

Governador, como apelou o colega Ivam Thomaz em seu leito de morte: trate com dignidade a imprensa.

Um dia a casa cai! A propósito, não vou recuar com medio das ligações misteriosas feitas com certeza por algum terrorista assalariado.anco.

Em tempo: acreditem ou não, Herlder deve ir para a TV Cabo Branco.