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Sheyner Asfora, advogado de defesa do prefeito afastado de Bayeux, Berg Lima (Podemos), nesta quarta-feira (09), contou que o relator do caso, o desembargador Marcos Willian, fixou uma fiança no valor correspondente a 20 salários mínimos para que o seu cliente seja libertado.

Além disso, Berg está proibido de frequentar edifícios públicos, além de não poder se ausentar da comarca e precisa se apresentar mensalmente à Justiça. O relator do Agravo Interno, também manteve o político suspenso do seu cargo. Apesar do voto, a sessão foi adiada após o pedido de vista do desembargador Oswaldo Trigueiro.
Retrospectiva – Berg Lima está preso desde o dia 5 de julho, quando teve a sua prisão homologada e a preventiva decretada durante audiência de custódia, na Sala de Sessões da Câmara Criminal do Tribunal de Justiça, pelo juiz convocado Aluízio Bezerra Filho. O magistrado atendeu, à época, solicitação do Ministério Público.
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Na ocasião, o magistrado também decretou o afastamento cautelar do cargo de prefeito, até que persistam os motivos da prisão.
De acordo com os autos, a prisão em flagrante delito do prefeito ocorreu em razão dele, no exercício de suas funções, ter exigido e efetivamente recebido quantia da Empresa Sal & Pedra Restaurante Receptivo, através do proprietário da empresa, João Paulino de Assis.
A quantia teria sido paga em três ocasiões distintas, nos meses de abril, junho e julho, nos valores de R$ 5 mil, R$ 3 mil e R$ 3,5 mil, respectivamente, totalizando R$ 11,5 mil. Os valores foram entregues pessoalmente ao gestor municipal, como condição para que a Prefeitura pagasse parte da dívida que tinha para com a empresa. Berg Lima foi preso quando recebia a última parcela.