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O que o governador do Amazonas, Wilson Lima, e o ex-governador da Paraíba, Ricardo Coutinho, têm em comum? Os dois usavam o vinho como caminho para desviar verbas públicas. É o que aponta a investigação da Polícia Federal, que identificou fraudes e desvios de recursos na compra de respiradores no Amazonas. O detalhe é que essa compra foi feita a uma importadora de vinhos. A história parece familiar, não é?

Aqui na Paraíba, o ex-governador Ricardo Coutinho foi apontado em investigação do Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) como “mentor intelectual” do episódio de entrega de propina usando caixas de vinho, revelado pela Operação Calvário.

O caso trata do recebimento de valores próximos de R$ 900 mil, em 2018, a título de propinas pagas pela Cruz Vermelha Brasileira filial Rio Grande do Sul. O episódio teria ocorrido em agosto daquele ano, no Rio de Janeiro.

O que será que tem o vinho para atrair tantas mentes criminosas, que deixam de lado o seu mais sublime sabor para usá-lo como ferramenta do mal?