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A prefeita de Pombal, Pollyana Dutra, é uma manga podre que insiste em não despencar galho abaixo e acaba atraindo, pelo mau cheiro político que exala, as tradicionais aves de rapina que se alimentam de dejetos.

Falsa humilde, enganou mais da metade de uma cidade com o seu chororô de viúva injustiçada. Isso no ano de 2008, o que nem de longe é hoje, pois arranjou casamento próspero.

Craque na arte de representar papéis fragilizados, a protegida de Lula fingiu para os seus que poderia ser candidata ao terceiro mandato e que lá em Brasília o conchavo com o Judiciário já estava feito.

Quem acreditou descobriu no último dia 19 de dezembro que comprou gato por lebre, pois ela teve a cassação do seu registro confirmado pelo Tribunal Superior Eleitoral por 5X2.

Agora ela encena outra ópera bufa como a perseguida de sempre, como se alguém ainda acreditasse em sua encenação de lapinha. Favorecida por uma lacuna jurídica, o recesso do TSE e a não publicação da decisão, assumiu a prefeitura de Pombal, mas de lá será arrancada a qualquer momento pela Justiça que tarda, angustia quem não aguenta mais esperar, mas não falha.

Consumado o que é óbvio ululante, a cassação do seu diploma e afastamento do cargo, qual será o próximo passo da impugnada?

Fazer do presidente da Câmara, Rogério, do PTB, o seu candidato mamulengo, pois ele será o prefeito interino e no controle da máquina tanto poderá blindar suas fragilidades numa operação tapa-buraco, quanto azeitar a campanha à sucessão com os salamaleques que o cofre público consegue espalhar nos bolsões de miséria.

Espero que o elevado nível cultural do povo de Pombal espalhe a necessidade de votar limpo para afastar o jogo sujo de quem se espatifou putrefata no chão e ainda não sabe, apesar de os primeiros urubus já sobrevoarem seu jardim de girassóis.

Tenho dito que a vida é uma roda gigante. Quem uma hora tá embaixo noutra ascende e tá lá em cima.