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A prefeitura de João Pessoa tem deixado muito a desejar à população pessoense no que se refere ao respeito pelas pessoas desta terra.

Depois de tantos escândalos em pouco tempo, à exemplo dos casos da merenda escolar e da contratação da empresa de um garí, ontem mais uma vez a atual gestão da PMJP trouxe várias interrogações para a cabeça dos pessoenses com uma negociação um tanto estranha.

A Prefeitura aproveitou um pregão realizado no estado do Piauí para aquisição de carteiras escolares para adquirir carteiras para as escolas da Capital. Utilizar pregão de outros estados para adquirir bens é uma transação legal, sem nenhum vício.

Só que após a assinatura do compromisso de compra, a PMJP voltou atrás e propôs que as carteiras fossem alugadas e não compradas como estabelecia o pregão realizado.

Mas o que chama mais a atenção não é querer alugar os móveis escolares e sim, querer fazê-lo pelo mesmo valor que seria pago pela compra.

Como entender isso? Se o dinheiro cobrado é suficiente para a compra por que alugar?

A iniciativa da prefeitura em alugar carteiras escolares para usufruto de alunos da rede municipal de ensino é muito estranho e não se explica pela lógica.

Afinal de contas, se as carteiras se quebrarem a PMJP vai pagar por elas, e quando o contrato de aluguel terminar as carteiras serão, simplesmente, devolvidas e o gestor terá que realizar licitação ou utilizar a de outro estado para resolver o problema.

A população de João Pessoa merece explicações sobre esta negociação cheia de interrogações.

Aí está disponível o extrato de adesão da PMJP a licitação ocorrida no Piauí:

licitação

 

EM TEMPO: Até que seja feita uma nova licitação para contratação de uma empresa fornecedora de merenda escolar para as unidades municipais de ensino, como está sendo feita a aquisição de alimentos para o lanche dos estudantes?