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A Delegacia de Defraudações e Falsificações de João Pessoa – DDF – concluiu nesta quarta-feira (6) às investigações relacionadas à empresa D9, empresa responsável por administrar o Clube da pirâmide na Paraíba. A empresa é acusada de lesar cerca de 300 pessoas e provocar um prejuízo que pode a R$ 5 milhões.

Alguma das vítimas, de acordo com a DDF, investiram no D9 a economia de uma vida toda: entre R$ 100 e 50 mil.

O delegado Lucas Sá disse que um dos grupos usava um nome  bem sugestivo para enganar os incautos: à espera de um milagre.

A empresa D9, de acordo com o delegado Lucas Sá, titular da DDF, as investigações tiveram início no início de agosto, com a prisão de Dênis Albuquerque. Durante um mês de investigações foram ouvidas 28 vítimas e interrogados 16 suspeitos.

As investigações possuem mais de 500 páginas de provas coletadas pela DDF e identificaram a participação de 20 pessoas no esquema fraudulento, atuando como líderes-divulgadores e recrutadores.

Durante os 30 dias de investigação, a polícia quebrou de sigilo / bloqueio de bens de 18 alvos; fez representação de sequestro de bens de 16 suspeitos; pediu a prisão cautelar de 10 suspeitos; realizou busca e apreensão de 05 veículos negociados e busca e apreensão domiciliar em 18 endereços.

A DDF apurou que diversas vítimas continuam sendo mantidas em erro e convencidas a não denunciarem os fatos, acreditando na promessa de devolução dos valores investidos.

Ainda segundo o delegado Lucas Sá, o inquérito indicia 16 pessoas pelos crimes de estelionato, pirâmide financeira, lavagem de dinheiro e associação criminosa. Se condenados, os acusados podem ser condenados até a 20 anos de cadeia.

 

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