Fale Conosco

Através do blog do estimado amigo Hélder Moura fico sabendo que os pais de Bruno Ernesto ingressaram com um processo contra a ex-primeira dama Pâmela Bório, para que diga em juízo qual é a ligação entre o assassinato do filho e o escândalo Jampa Digital.

Aproveito a oportunidade para sugerir que Inês Ernesto do Rego Morais e Ricardo Figueredo de Moraes também movam uma ação para que o motorista da quadrilha que executou Bruno, Alexandre Cavalcante, explique em juízo por que afirmou ao repórter Washington Luiz, da Arapuan, que o crime havia sido de encomenda, como o senhores podem constatar no vídeo abaixo.

Ele diz claramente que foi “uma fita dada”, o que no jargão do crime quer dizer que foi de encomenda. E o fato de Bruno ter levado um tiro na nuca, confirma que foi uma execução.

Deduzo logo que Bruno descobriu o que não podia descobrir e acabou vítima de quem não queria que segredos fossem revelados e achou melhor queimar o arquivo, simulando um latrocínio.

Pâmela ainda não foi notificada e talvez tergiverse de suas postagens recentes no Instagram, quando escreveu que “quando a sociedade se cala, a impunidade ganha voz, vide o caso de Bruno Ernesto do Jampa Digital”. E ainda arrematou em um segundo comentário: ” A verdade tarda, mas não falha”.

Não tenho certeza se Pâmela, apesar de destemida e jornalista, terá coragem de dizer o que sabe na frente de um juiz. O que ela dirá na Justiça para mim é uma incógnita.

Minha opinião é que o caso Bruno Ernesto deve ser reaberto, pois foi encerrado muito rápido e há muito para se descobrir.