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Agentes da Polícia Federal e do Gaeco investigam se o Grupo Carajás deu propinas a agentes públicos e políticos de Cabedelo envolvidos na Operação Xeque-Mate.

Em sua delação, Lucas Santino, ex-presidente da Câmara de Cabedelo, disse que as transações da Prefeitura de Cabedelo, à época gerida por Leto Viana, em acordo com a Câmara de Cabedelo, que tinha vários vereadores envolvidos nos esquemas de corrupção, eram feitas na base de propinas. Doações de terrenos, de licenças etc.

A Carajás inaugurou em 2017 um home center no município, com terreno doado pela Prefeitura e dedução de impostos. Na época, o empreendimento foi comemorado por Leto Viana como um gerador de empregos diretos e indiretos na cidade.

Assim como todos os outros grupos empresariais que fizeram acordo com a gestão de Leto, a Carajás está na mira das autoridades. Com informações Blog do Diego Lima.