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Não estranhem a comparação, mas gostaria que me respondessem em que as mentes de Ricardo Coutinho e Nonato Bandeira se parecem com a do chefe do esquadrão da morte na região do Brejo, capitão Givanildo?

Em tudo. Aquele militar degenerado desviou-se de suas funções para aterrorizar a população que deveria defender.

Ricardo e Nonato também sofreram desvios de conduta parecidos e hoje castigam com política públicas de privação quem juravam ser os beneficiados de políticas públicas de distensão social.

Assim como o capitão Givanildo e seu esquadrão da morte, Ricardo Coutinho e seu Coletivo deixam pelo caminho da história vítimas políticas, a exemplo de Barreto, Rossana Honorato e agora Luciano Agra.

Ao voltar da Europa fingindo não saber de nada e dizendo que vai se inteirar dos acontecimentos, Nonato repete o modo de agir frio, calculista e cruel do capitão Givanildo, que comparecia ao velório e enterro de todas as vítimas e até jurava a viúva que iria encontrar e prender os culpados.

E, cá pra nós, essa visita do governador ao velório do cabo da PM em Campina, também replica o modus operandi do chefe do esquadrão da morte no Brejo.

O que o governador esperava a não ser sonoras vaias ao ir conferir a dor de quem perdeu o marido, pai, irmão, filho ou colega de trabalho por causa da inoperância de políticas públicas no setor de segurança pública?

Voltar da Europa fingindo que nada sabia sobre a traição a Agra, quando todos nós que alertamos a vítima sabemos que foi Nonato quem tramou, é um pouco de capitão Givanildo nas veias de Nonato Bandeira.

Exterminadores, assim como o bando que esteve sob o comando do capitão e ceifou mais de quatro dezenas de vidas, Ricardo e Nonato cometem também seus crimes hediondos contra os paraibanos que tiveram sonhos frustrados, esperam por medicamentos na fila da morte ou foram demitidos por estes pistoleiros sociais.

A única diferença é que o esquadrão agia sempre a noite e encapuzados, Ricardo e Nonato não. Operam fulltime e sem capuzes, pois se acham acima da Lei.

Repito abaixo o vídeo do Linha Diretae outro com um documentário recente, para ninguém jamais deixar que nuvens carregadas voltem aos nossos céus.

Para quem não sabe, na história real contada abaixo, meu sogro, José Augusto Serafim, tombou e nós lutamos, eu a viuva e o os orfãos, até a prisão do famigerado bando, especialmente o capitão Givanildo, que morreu no presídio vítima de diabetes, mas que só foi preso graças a nossa pressão na mídia.

Quem sabe a pressão da imprensa livre também um dia nos livra desse novo esquadrão?