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Tenho a ligeiríssima impressão de que o empresário Roberto Santiago entrará nesta disputa pelo terreno da Acadepol com uma imagem pública e sairá com outra completamente embaraçada.

Os arranhões virão das besteiras que vez ao longo da vida e do medo que parte da sociedade tem do que ele poderá se tornar. Por exemplo, um capo.

Roberto já tem poder demais e se RC deixar que seus tentáculos se ampliem dentro da máquina pública logo ele deixará de ser o predador que é para se tornar a âncora que puxa pra baixo a pretensão de qualquer grupo empresarial que queira se instalar por aqui sem o bypass.

Esse episódio do novo shopping não tem nada de empreendedorismo, mas muito de egoísmo e ganância de quem também tem desejos totalitários e tem medo da livre concorrência.

A verdade é que Roberto Santiago e Ricardo Coutinho se assemelham em tudo e um é o reflexo do outro e esta parceria pode ser espetacular para ambos, mas tenham certeza que é péssima para os paraibanos.

Ricardo e Roberto tratoram para impor vontades implícitas. Um quer o monopólio empresarial; o outro o monopólio político. Juntos, criarão um monstro de oito patas, dois cérebros, quatro olhos e duas línguas.

Se na sua área Roberto já impõe as regras e asfixia a concorrência, imagine se houver uma simbiose com os desejos intrínsecos de Ricardo Coutinho?

Nos próximos dias Roberto Santiago será apresentado ao público. Não esse que é odiado pelos lojistas associados à Aslom – Associação dos Lojistas do Manaíra Shopping – por sangrar até a última gota e moeda do caixa de cada um; não esse que muitos admiram pelo empreendedorismo.

Roberto Santiago será apresentado sem ódios e paixões. Ele virá a público pela primeira vez com todas os seus pecados capitais. E eu acho normal esse escaneamento do lado oculto para conhecermos melhor sua ficha.

A pergunta é: que monstro nascerá dessa fusão entre RC e RS?