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A política de Comunicação do governo Ricardo Coutinho resume-se a duas coisas. Espalhar boatos e desfazer fofocas e a SECOM transformou-se numa casa de marocas, onde um disse me disse mantém um vuco-vuco de bastidor causando frisson. 

Cássio não é candidato, RC e ele vão manter a aliança, o governo tem muitas obras e nenhuma rejeição, a primeira dama não vai ser capa da Playboy, todo dia um vereador rompe com Cartaxo e o prefeito não tem feito nada pela Capital.

Insistindo em manter o blog como concorrente do jornal A União e da Rádio Tabajara, por ser mais um porta voz da versão oficial, o secretário Luís Torres hora alimenta fofocas e noutras rebate e, como é furão, tem produzido fatos mais do que os concorrentes citados.

Você abre o blog dele e logo encontra fofocas sobre o senador Vital, sempre sustentando uma linha de que não será ministro ou se for será de uma pasta menor. Nota-se através do blog da SECOM uma torcida oficial contra.

Quando o assunto não é “a implosão da indicação de Vital” logo se descobre que a fofoca da hora é a de que “Veneziano não será candidato ou será no máximo a deputado federal”.

Misturando as coisas, o público e o privado, o novo porta voz de Ricardo Coutinho deixa ainda mais confuso o que Nonato envenenou e Estela enterrou e por isso ficou conhecida como “Enterra Isabel”, numa referência ao fato de ela ter sido a coveira da política de Comunicação da gestão RC.

Saltitante nos primeiros dias, Luís Torres parecia que ia fazer o dever de casa, estabelecer uma política de Comunicação, dialogar com a imprensa e trazer o defunto à vida para uma ressurreição e nova chance, mas pelo que estou testemunhando e ouvindo por aí a política de Comunicação se manterá no além túmulo.

Luís Tores é o novo Forrest Gump, o contador de estórias da gestão RC.