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O dia em que o governo engatou uma marcha à ré na marcha contra a violência

Não é que a Passeata Pela Paz realizada nos Bancários foi um fiasco, mas que forças ocultas operaram nos bastidores para reduzi-la ao que foi, isso todo mundo sabe. Era para dizer não à violência, mas o governador foi quem disse não haverá uma grande passeata.

Aliás, enquanto acontecia a passeata aconteceu um assalto lá no bairro, como se os bandidos estivessem desafiando as autoridades.

Aquela passeata remanejada da quarta para o sábado, exatamente na hora do jogo Brasil e Paraguai, só aconteceu para não desmoralizar de vez os organizadores, que foram acintosamente assediados pelo governo, que prometeu de tudo para evitar que dos Bancários surgisse uma onda de protestos contra a violência em escala estadual.

Não vou aqui citar nomes, mas a população não gostou da diferença de ânimo de alguns, que mudou radicalmente entre a primeira convocação e a segunda, quando emissários do governador e o próprio governador botaram panos quentes com promessas e esvaziaram o movimento.

Agora só resta aos moradores dos Bancários rezar. Mesmo assim, com muito cuidado para que as preces não estejam sendo manipuladas também.

Vocês entenderam, né?