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O deputado violento de Pedras de Fogo foi mais uma vez imprevisível e, quando ao ser preterido para Ministro da Saúde por uma avalanche de denúncias, deveria se recolher as coxias, foi para frente dos holofotes e protagonizou mais para o seu currículo ao tentar intimidar o jornalista Wellington Farias nos estúdios do Correio Debate.

Meu conselho para Manoel Júnior é reavaliar sua estratégia e sair à francesa da disputa pela Prefeitura de João Pessoa, pois não conseguirá ser, sequer, candidato pelo PMDB, pois não haverá marcha a ré na posse de Trócolli na Articulação Política do Governo, nem de Olenka na Assembleia.

A tendência na Capital é polarizar entre Cartaxo e o candidato do governador, cada vez mais acho que será Luís Couto, e Manoel não tem nenhuma das lideranças do próprio partido a seu favor.

Na Câmara os vereadores se dividirão entre as máquinas municipal e estadual e Manoel, que não tem fama de gostar de honrar compromissos, ficará nu com a mão no bolso.

O destempero dele no estúdio do Correio Debate me preocupou, revelou tensão, insegurança e falta de chão, pois nem o parceiro dele, Cássio, garante apoio para sua pretensão.

Melhor seria Manoel cuidar da eleição em Pedras de Fogo, onde tem fama de valentão, e lutar para eleger um correligionário. Se descuidar perde a eleição na base mais uma vez. Quem muito quer, nada tem.