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O Brasil rompeu, pela primeira vez em dois meses, a taxa de contágio do Coronavírus.
Variante indiana, mais transmissível e possivelmente mais letal, tem sido detectada em várias partes do país.
Na Paraíba, hospitais estão lotados.
Em outras regiões, pacientes estão sendo entubados sem anestésicos por falta insumos.
É a terceira onda que arrebenta no país, com potencial destruidor.
E é em meio a esse caos que o presidente Jair Bolsonaro se prepara para cumprir suas ameaças contra governadores e prefeitos, lhes tirando o poder de baixar medidas restritivas.
Uma ação já está sendo alinhavada pela Advocacia Geral da União e será encaminhada nos próximos dias ao Supremo Tribunal Federal.
A ideia é impedir e punir os gestores que baixarem decretos proibindo a abertura de comércio e impondo restrições de circulação de pessoas para conter a dissimulação do vírus.
A ação é mais suave do que a ameaça de colocar o Exército nas ruas para boicotar as restrições.
Ainda assim, a medida é um ataque frontal aos poderes das unidades federativas.
E tem potencial – se for bem sucedida – para zerar de vez qualquer política pública de controle da Pandemia.
Mais do que nunca, o Brasil se transforma na pátria do salve-se quem puder.

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