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Aquele lambe-lambe do Palácio da Redenção tentou botar a juíza Lúcia Ramalho numa saia justa divulgando sob encomenda que ela estava sendo investigada pelo Conselho Nacional de Justiça e, pela primeira vez, não faltou com a verdade.

É verdade que a meritíssima foi denunciada ao CNJ e agora vou expor os motivos: defesa intransigente do povo.

Filha de São José de Piranhas, terra de gente aguerrida, ela aprendeu desde o berço a não humilhar os humildes e nem deixar que os humildes sejam humilhados.

E por isso foi denunciada; e por isso é invejada; e por isso é perseguida; e por isso o lambe-lambe tem calafrios quando ouve o seu nome virar remédio na boca do povo.

Mas, ao contrário de setores da magistratura investigados por desvios de conduta e venda de sentenças, Lúcia Ramalho foi denunciada ao CNJ justamente por veredictos limpos e sempre em defesa de quem tem direito.

Se o direito é líquido e certo, aquela juíza não tergiversa e decide em favor de quem tem razão, tudo preto no branco, e isso incomoda.

Veja como exemplo o caso dos servidores do IPEP, que ingressaram com ação na justiça para garantir o que está assegurado em Lei e a juíza Lúcia Ramalho teve a coragem de mandar bloquear nas contas do Estado e prender o gerente do banco se não liberasse.

Se for para defender quem já não tem mais esperança, que a juíza Lúcia Ramalho continue sendo denunciada pelos ilegais e que suas sentenças populares acabem lhe dando o honroso título de juíza do povo. 

Ela é a nossa Eliana Calmon.