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Nilvan Ferreira é o novo presidente do PTB paraibano.
Alçado ao posto pela excrescência que atende pelo nome de Roberto Jefferson, Nilvan mergulha de cabeça no pior da política nacional.
Um lugar onde não se trabalha pelo bem comum.
Mas pelo enriquecimento particular, rápido e fácil, porque conquistado através das piores práticas.
O radialista que era estilingue, atirando contra a corrupção, virou uma vidraça fragilizada – de onde tem grandes chances de sair atado pelas pulseiras da PF nas mãos e pelas cordas eletrônicas judiciais nos tornozelos.
Não é um desejo.
Nem um mal presságio.
É a lógica preconizada pela sabedoria popular, que alerta:
Quem se mistura aos porcos, farelo come.
Desse farelo, aliás, Nilvan já come há muito tempo, quando transformou a própria esposa em fantasma com pelo menos cinco empregos públicos.
Ou quando foi flagrado falsificando mercadorias em suas lojas.
O desejo de Nilvan é multiplicar esses farelos. Seus planos não são nada modestos:
Ele quer ser candidato a Governador do Estado com as bençãos do presidente Jair Bolsonaro, atropelando antigos aliados.
Deve conseguir.
Mesmo que comece, a partir daí, a acionar o cronômetro da sua desgraça.
O radialista virou político.
O político se transformará no pior exemplo de seu antigo (e agora aposentado) estilingue.

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