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Mobilizações prometem parar Campina nesta sexta em movimentos contra a pactuação dos serviços na saúde

Campina Grande vai parar na próxima sexta-feira (27), é isso que promete os coordenadores de várias entidades sindicais e movimentos estudantis da cidade que estão se mobilizando para ir às ruas durante o protesto e mostrar indignação com o atual sistema político do país. Uma das pautas principais do movimento é contra a pactuação dos serviços municipais de Saúde em Campina Grande.

Os servidores da saúde realizaram mais uma assembleia geral na manhã desta terça-feira, (27), às 9h, no auditório da AABB, onde avaliaram o movimento e tomaram outras providências. Osrepresentantes do Sintab (Sindicato dos Trabalhadores Públicos Municipais do Agreste da Borborema), confirmaram presença na mobilização.

O prefeito Romero Rodrigues (PSDB) deve ser um dos principais alvos do movimento.Todas as entidades, associações e estudantes da Rainha da Borborema terão uma pauta de reivindicação em comum. Eles querem a revogação da Lei de Gestão Pactuada, aprovada recentemente na Câmara de Vereadores, por um projeto que enviado pelo executivo municipal.

A Associação dos Docentes da Universidade Federal de Campina Grande (Adufcg) é uma das articuladoras, e conforme explicou o secretário geral, Antonio Lisboa, a Gestão Pactuada trará grandes prejuízos ao servidor público. “Vamos protestar contra os vereadores, que aprovaram, e o prefeito Romero, pois essa lei acaba por prejudicar o serviço público. É uma terceirização injusta”, declarou.

A Frente pelo Passe Livre voltará às ruas prometendo fazer um grande barulho contra a Gestão Pactuada, mostrando que Campina Grande não aceita a terceirização de seus serviços. “É inadmissível a aprovação de uma lei como essa. Em todo país há uma mobilização contra o projeto de lei 4.330, que tramita no Congresso e quer ampliar as terceirizações no serviço público. Enquanto o país se mobiliza, Campina Grande, já tem essa aprovação. Não podemos aceitar e queremos que o prefeito Romero seja sensível para revoga-la”, declarou uma das coordenadora da Frente, Soraia de Carvalho.