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A ministra Laurita Vaz, relatora da Operação Calvário no Superior Tribunal de Justiça (STJ), negou liminar interposta pela defesa do ex-governador Ricardo Coutinho para se ausentar de João Pessoa e ir para Brasília. A defesa do socialista pedia o relaxamento da cautelar que o impede de se ausentar da capital paraibana, sua comarca de origem.

O candidato à Prefeitura de João Pessoa pediu que tivesse “o direito de se ausentar semanalmente da comarca domiciliar de João Pessoa a Brasília, durante os dias úteis, com o fim de exercer as suas atividades laborativas, comprometendo-se em comunicar previamente ao juízo de origem”.

Coutinho, que teve o benefício da retirada da tornozeleira eletrônica concedido pelo ministro Gilmar Mendes (STF) em agosto, tinha o objetivo de trabalhar na Fundação João Mangabeira, braço político do PSB, onde exerce a presidência. A ministra requereu informações complementares e pediu vista ao Ministério Público Federal (MPF).