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Com que tipo de quadrilha a Paraíba está lidando?
Eles são piores do que sugere a lama que escorre de seus colarinhos encardidos?
O bando que, segundo o Gaeco, desviou mais de 134 milhões dos cofres públicos paraibanos, pode ter orquestrado o motim que provocou ontem a morte de um menor interno no Centro Socioeducativo Edson Mota em Mangabeira.
A ordem para insuflar a rebelião e gerar notícias desfavoráveis ao governo João Azevedo teria partido da deputada Cida Ramos e de Coriolano Coutinho, irmão do ex-governador Ricardo Coutinho.
Nas primeiras diligências para identificar quem teria insuflado o motim, dois nomes surgiram no tabuleiro: o da ex-secretária de Ação Social Neide Nunes e o do ex-presidente da Fundac Noaldo Belo – ambos ligados a Cida, Coriolano e Ricardo.
Essa é a informação que circula dentro e fora da casa de correção, demandando novas investigações por parte do Ministério Público.
Gaeco, tribunais federais e os paraibanos já conheciam o perfil de alta periculosidade do primeiro-irmão, o temido Cori.
Se sua participação na rebelião ficar comprovada, sua sanha criminosa ganhará nova dimensão.
E deverá ser punida com rigor.
Pois uma vida – mais uma – foi sacrificada no altar dos que não tem escrúpulos para atingir fins políticos.

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