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Anderson Silva pode ter sido vitima de manobras da máfia italiana de Las Vegas, que controla o milionário negócio do boxe, nos Estados Unidos, e entidades como a Comissão Atlética, responsável por exames antidoping e pela imposição de regras do UFC como os cinco rounds, antes inexistentes, luvas e árbitros que lhe são obedientes. O boxe e o UFC se submetem à máfia porque as lutas em Las Vegas são mais rentáveis. A informação é de empresários do setor a esta coluna.

Nos EUA, o UFC, como o boxe, e as entidades que os regulamenta, são privados. A máfia italiana quis assumir o UFC sem pagar por isso.

A máfia exigiu 51% do UFC. Os donos da modalidade não cederam, e desde então a máfia tenta desacreditar suas lutas e seus campeões.

No boxe, o exame que negativou “Spider” não é doping. Exames no boxe são agendados meses antes. No UFC, são sempre de surpresa.