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EXCLUSIVO – A mãe de Bruno Ernesto, Inês Ernesto, entrou em contato por telefone com o nosso blog para dizer que o depoimento da ex-primeira dama do estado, Pâmela Bório, não frustrou sua exPectativa e a da família pelo simples fato de que não foi na instância adequada.

“Não estamos frustrados com o depoimento de Pâmela, pois ela ainda não foi chamada a depor na ação que movemos. Ela terá que esclarecer o que disse perante um juiz”, disse Inês, visivelmente emocionada e acrescentou que ‘não desistirá enquanto não descobrir toda a verdade sobre a morte do filho”

Inês Ernesto revela na voz a dor de uma mãe que perdeu um filho e ainda não sabe se foi uma fatalidade ou vítima inocente de uma trama macabra.

Ela quer o que toda a sociedade quer. O esclarecimento definitivo do que aconteceu com o seu filho.

Diante do fato de que a Polícia Civil poderia ficar acuada pelos desdobramentos das investigações, se faz necessário a federalização do caso, com a entrada de um juiz federal e da Polícia Federal.

Tenho dito e repetido que Bruno Ernesto foi vítima de uma cilada armada por gente que teria chegado a conclusão que ele sabia demais e simularam um latrocínio para encobrir uma queima de arquivo.

O que Bruno sabia sobre o Jampa Digital que não podia ficar vivo? O que Pâmela sabe e tem medo de contar? O que falta para o MP reabrir esse caso? O que falta para a PF agir com independência e desvendar o que realmente aconteceu?

São perguntas que podem ser respondidas a partir do depoimento do motorista da quadrilha, Alexandre Cavalcante, que disse com todas as letras que foi execução, “uma fita dada”.