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O “day after” eleitoral em algumas vezes, quase toda imprensa comete ingratidões inacreditávies. Tive que assistir vários programas de rádios e tvs e ninguém falou no assunto. O senhor dos anéis quase escorreu baba pelo canto da boca para dizer que já era amigo das antigas do novo Mago, o velhinho da rádio chamou-o de “o cara”. Esperei alguém falar da importância dos Cartaxos neste processo eleitoral. Nada! Nem aquele radialista/petista lembrou do papel dos irmãos para a vitória de Ricardo Coutinho.

Ricardo tem seus méritos, é um vencedor, um articulador, mas essa busca incessante de seus fãs adorá-lo inclusive como semideus, leva qualquer um a ruína, exemplos na história mostram que a destruição paira sobre os que ostentam divindade falsa. Respeito Ricardo, mas daí imaginar ser um novo Cristo tem uma enorme diferença, o último que enveredou por esse caminho (Lennon) se destruiu.

A política é o setor que mais se energiza com essa dicotomia de luzes e trevas. Com o resultado na mão e Ricardo reeleito, ninguém em sã consciência poderia imaginar esta cena se lá atrás não houvesse um movimento de ousadia a partir do apoio de Luciano e Lucélio. 

Quando Luciano oPTou por Ricardo lá no início, foi taxado de doido e enfrentou a fúria do PMDB e do próprio PT nacional. O PMDB de Maranhão foi a Justiça para sacrificar a candidatura de Lucélio pela indecisão até o último instante. Os Cartaxos acertaram, resta saber se a graditão será uma estrada de mão dupla.

Alguém pode imaginar a corrida eleitoral na Paraíba sem os irmãos Cartaxos?

Lembrar que Ricardo Coutinho foi eleito com 39,7% dos votos do povo paraibano. Teve 1.125.956 votos dos 2.835.882 da população com direito a vez e voto. Desse total, 43.095 votaram em branco, 141.228 anularam seus votos e 510.208 foram tomar aquele banho nas praias de Pipa ou Bela e não escolheram o novo governador. 

Pense nisso, pois já estamos com 2016 bem pertinho!.

Clilson Júnior

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