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O cidadão Ricardo Coutinho me processou quando eu disse que o Coletivo RC assemelha-se a uma quadrilha e agora constato que falta muito pouco para ser denunciado como tal, pois pelo que o Ministério Público deduziu no Caso Cuiá há indícios de associação para o crime.

Quando trouxe ao conhecimento do público o seu parecer o MP se recuperou daquela linha auxiliar esquisita que parte dele se rebaixou a contrapondo com uma TAC o parecer de um conselheiro do TCE pela nulidade de outra transação suspeitíssima, que a da troca de terrenos público em favor de um empresário para construção de um shopping, outro caso que vai parar nos tribunais e pode render dissabores para os envolvidos.

Tenho dito aqui reiteradas vezes sem medo que antes do final deste ano um membro daquele famigerado agrupamento político será preso espetacularmente pela sempre eficiente Polícia Federal, algemado e arrastado para uma prisão sob os holofotes da mídia.

São tantas evidências em tempo de colheita e outras ainda em tempo de plantio que só restará a Justiça desmantelar o que tem sido feito por aí com o dinheiro público. 

No Caso Cuiá todos sabem que essa operação feita às pressas aconteceu para suprir necessidades de uma caixa dois e isso mais na frente à quebra do sigilo bancário de quem recebeu o dinheiro vai mostrar.

O senhor Arimatéia, dono da empresa Arimatéia Imóveis, recebeu o montante de 11 milhões em dinheiro e tem que justificar o destino imediato da bolada e é aí que a porca torce o rabo.

Já se sabe do paradeiro e o que falta é coragem e celeridade para denunciar gente graúda por captação ilícita, desvio de recursos públicos e um rosário de crimes.

Onde foi parar o bate e volta do sobre preço da transação nebulosa entre a Prefeitura de João Pessoa e a Arimatéia Imóveis na compra da Fazenda Cuiá?

O Coletivo RC entrou pesado no mercado imobiliário e Agra vai pagar o pato não por ser pato, mas porque ainda falta coragem para o MP dizer quem é o chefe.