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A Justiça Eleitoral determinou a imediata retirada de militantes e policiais militares que tentavam entrar no comitê jurídico da Coligação ‘A vontade do povo’, encabeçada pelo senador e candidato ao governo, Cássio Cunha Lima (PSDB). No final da manhã deste sábado (25), a Polícia Militar tentaram entrar no galpão, onde também funciona a produtora de TV da campanha tucana, sem mandado judicial, fato considerado uma arbitrariedade pela justiça. Nada foi encontrado no local.

“O juiz mandou que a Polícia Federal retirasse militantes e a Polícia Militar do local e assim foi feito. Não foi detectado nada, a força pública tentou intimidar os correligionários da coligação. Tentaram criar um factóide político para prejudicar a campanha do senador Cássio”, disse o advogado Harrison Targino.

Também foi questionado pelo jurídico o fato de vários militantes do candidato à reeleição, Ricardo Coutinho (PSB), terem se dirigido ao local. Vários policiais e militantes estavam no comitê tentando entrar no galpão sem nenhuma ordem judicial.

Sem qualquer mandado, segundo informou o coordenador jurídico da campanha de Cássio, advogado Harrison Targino, os policiais tentaram invadir a produtora. Conforme ele, várias viaturas das Polícias Civil e Militar foram deslocadas para o local onde é produzido o programa eleitoral do senador Cássio Cunha Lima.

Ainda segundo Harrison, os policiais só não invadiram a produtora por conta da intervenção dos advogados da coligação “A Vontade do Povo”. O próprio Harrison que se encontrava no Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba comunicou o fato ao presidente da Corte, desembargador Saulo Benevides, que imediatamente acionou o comandante geral da Polícia Militar.

Os policiais justificaram a ação informando que haviam recebidos denúncias de irregularidades no local.

BG