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EXCLUSIVO – Ardiloso como sempre, o advogado Roosevelt Vita (foto) deu uma volta na máquina jurídica de RC e conseguiu em outro processo – este fora da competência do TJ e do desembargador Leôncio Texeira – que a juíza Lúcia Ramalho bloqueasse via Banco Central oito milhões de reais das contas do Governo do Estado para pagar as gratificações bloqueadas desde janeiro nos contracheques dos funcionários do IPEP.

O bloqueio foi feito e dorme em uma conta judicial, mas o gerente do Banco do Brasil se nega a transferir os oito milhões para a conta do sindicato dos servidores daquele órgão, argumentando que só cumprirá a ordem judicial após uma “conversa reservada” com o governador Ricardo Coutinho.

Como aqui na Paraíba têm acontecido ultimamente coisas que até Deus duvida, a juíza Lúcia Ramalho mandou um oficial de justiça dá um ultimato ao gerente. Ou cumpre ou vai preso.

Moral da história. Neste exato momento o imbróglio armou tenda em frente à agência do BB ali perto do SENAC e o gerente poderá sair de lá algemado pela desobediência. É um barraco!

Devo registrar o baile jurídico que Roosevelt deu em Gilberto Carneiro & Cia, ilustrando que o Coletivo RC impetrou 11 procedimentos, mas foi derrotado e só resta ao Estado pagar.

Vem aí um dominó de ações em busca de gratificações.

Roosevelt Vita e sua banca estão à disposição de quem interessar possa.

Em tempo: O bloqueio foi derrubado ontem a noite por decisão do desembargador Sílvio Ramalho, que argumenta que o PCCR já havia sido implantado.