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Pré-candidato ao Governo da Paraíba, o ex-secretário João Azevêdo (PSB) também entrou na polêmica das agulhadas no São João de Campina Grande e saiu em defesa do Governo do Estado. Segundo ele, a polícia da Paraíba está fazendo seu trabalho, todavia, a empresa contratada pelo prefeito Romero Rodrigues (PSDB) para organizar a festa tem deixado a desejar e estaria, segundo João, longe de cumprir com o que foi prometido.

Azevêdo acusou Romero de vender o São João para Aliança e de vender espaços vips só para ganhar dinheiro. A entrevista foi concedida ao portal Se Liga PB. Ouça abaixo o áudio.

“O prefeito Romero, que vendeu o São João de Campina Grande, deveria exigir da empresa a qual ele vendeu o São João que colocassem os detectores de metais que ele disse que ia colocar, que colocasse a vigilância interna que disseram que ia colocar, que tivesse dado os espaços para os ambulantes, e não tivesse cortado os espaços pela metade só para vender espaço vip para ganhar dinheiro, ou seja, o prefeito Romero deveria ter essa preocupação ao invés de levantar absurdos como esse. A polícia está investigando e claro que vai chegar a uma conclusão. A oposição se perde porque fala muito e diz muita besteira”, disparou.

De acordo com o Hospital de Trauma de Campina Grande, 49 pessoas foram atendidas após relatarem ter sido vítimas de agressões com objetos perfurantes semelhantes à agulha, sendo 44 no Parque do Povo e cinco no bloco junino, entre sábado (9) e domingo (24). Ao todo foram trinta homens e 19 mulheres. Com informações do Blog do Ninja.