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Governador e secretário de Saúde da PB lamentam saída de Teich e temem piora da gestão da crise do coronavírus

O governador João Azevêdo lamentou a exoneração de Nelson Teich, que deixou o cargo de ministro da Saúde na manhã desta sexta-feira (15). Para Azevêdo, os últimos 30 dias foram pouco produtivos justamente em virtude da saída de Mandetta e da readequação do novo ministro, que agora deixa a pasta de Saúde novamente “no escuro”.

“Infelizmente um mês sem avançarmos e agora mais um vácuo que será criado na Gestão da Saúde do país, no pior momento da Crise Sanitária vivida pelo Brasil. Onde iremos parar?”, disse João Azevêdo. Veja a postagem:

Quem também lamentou o episódio foi o secretário de Saúde da Paraíba, Geraldo Medeiros, que criticou a instabilidade no Ministério da Saúde, pois em menos de um mês já registra a saída de dois ministros, expulsos pelo presidente Jair Bolsonaro por não concordarem com o seu ponto de vista no direcionamento das políticas de prevenção à covid-19. 

“Estamos vivenciando um clima de instabilidade que não é conveniente em um momento como esse, que pede de nós todos união, precisamos estar irmanados, no sentido de combater o coranavirus. A entrada e saída de ministros gera uma estagnação com o diálogo entre os estados e o avanços nas políticas de combate ao novo coronavírus”, explicou.

Ainda segundo Geraldo, existe uma boa relação do Governo da Paraíba com o novo interino da pasta, o general Eduardo Pazuello. “Já tivemos duas oportunidades de diálogo com o mesmo. Esperamos que o general,  que é uma pessoa de fácil diálogo, se efetive para que tenhamos um equilíbrio nas  atividades da pasta, pois só assim será possível suprir os estados com a alta demanda por equipamentos e insumos”, avaliou.

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