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Foi RC quem operou para Pâmela passar o constragimento de depor na Central de Polícia

Quase passa desapercebido de todos um pequeno detalhe nessa convocação de Pâmela Bório à Central de Polícia para explicar qual é o vínculo do assassinato de Bruno Ernesto com o Jampa Digital. É que logo em seguida a revelação de que a ex-primeira dama teria prestado depoimento no último dia 19, a mãe do jovem Bruno Ernesto ligou para este blogueiro para dizer que o depoimento dela não se refere a ação impetrada pela família no Fórum Criminal.

Então, pergunto, se esse depoimento de Pâmela na Central de Polícia não fez parte da ação que a família Ernesto move para esclarecer o assassinato do filho, quem teria provocado o delegado Everaldo Medeiros a convocá-la?

E aí eu volto no tempo para citar uma notinha publicada na coluna de Heron Cid no Correio da Paraíba logo após as polêmicas postagens em que Pâmela liga a morte de Bruno ao escândalo Jampa Digital.

Lá, o colunista diz que Sheyner Asfora, advogado do governador Ricardo Coutinho, iria representar contra a ex-esposa do cliente, para que esclarecesse as postagens nas redes sociais.

Dito e feito. Essa ida de Pâmela à Central de Polícia foi provocada pelo governador e ex-marido, Ricardo Vieira Coutinho. Talvez, quem sabe, para botar pressão e mostrar quem manda na Paraíba.

Muito interessante a estratégia. Mas, a família de Bruno Ernesto não engoliu o despiste e aguarda a audiência na instância adequada, onde Pâmela será interpelada por um juiz.

Resumo da ópera, há mais coisas no assassinato de Bruno Ernesto do que possamos imaginar.

E deixo a pergunta no ar. Será que o motorista da quadrilha que assassinou Bruno, Alexandre cavalcante, que afirmou que o crime foi de encomenda, ainda está vivo?