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Foi aberta a temporada de reconciliações entre os discípulos e o guru: o Coletivo RC está de volta

Quem é Nonato Bandeira no jogo do bicho? Quantos votos tem na fila do pão? Acho que a mídia anda dando espaço demais a crônica de uma saída anunciada desde a posse como vice prefeito em janeiro de 2013.

Uma figura que saiu de um grupo como primeiro ministro e volta como a terceria pessoa depois de ninguém, menor, cinza, esquálido e desmoralizado quando tentou um mandato de deputado estadual, só pode está acometido da síndrome de Estocolmo.

Se Nonato não recebeu o espaço que esperava na gestão foi porque o prefeito Luciano Cartaxo não viu segurança naquele jeitão embusteiro.

A carta de Nonato é passional. Nas entrelinhas, o Gargamel suplica a atenção do governador para agregar algum valor a sua volta.

Se Bruno Farias já está com RC, emplacou lista e tudo junto a Livânia, se Ronaldo Guerra saliva quando fala na recomposição, retocando com lenço perfumado os cantinhos da boca, e se a ex-secretária de Saúde Roseana Meira voltou a circular de bicicleta com girassóis no bagageiro dianteiro, só posso concluir que o Coletivo RC se recompôs.

Claro que com status menor, fazendo mea culpa, brincando de cachorrinho a espera que arremessem o osso e admitindo que RC é o único, indivisível, supra-sumo e supremo guru.