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Sacramentada a adesão do PMDB ao governador reeleitoral Ricardo Coutinho (PSB) para o segundo turno das eleições paraibanas, surge a primeira revelação que houve, de fato, negociações. Uma delas é a presidência da Assembleia. Os peemedebistas é que deverão comandar o poder legislativo, conforme informou a recém eleita Estelizabel Bezerra (PSB) em entrevista ao portal Paraíbaja, caso RC seja reconduzido.

De acordo com portal, Bezerra disse que o acordo foi focado em uma gestão futura e que passa pela presidência do parlamento estadual. Ou seja, a aliança foi na base do toma-la-da-ca e não tem nada a ver de pragmatismo, conforme propalado por Ricardo, segundo colocado do primeiro turno da votação de domingo passado.

Defendeu a futura parlamentar: “A Assembleia Legislativa é uma instituição autônoma e deve fazer essa discussão para a renovação da presidência”. O PMDB cada vez mais se complica com essa aliança que agradou apenas a um terço do partido.

Nos bastidores, dizem que o nome que o governador Ricardo Coutinho deseja é do recém eleito deputado estadual Nabor Wanderley (PMDB). Teria celebrado ainda no primeiro turno.

O PMDB agora está na torcida da reeleição do governador para colocar em prática o acordo firmado. Resta saber se RC cumprirá, caso seja reconduzido ao Palácio da Redenção.

BMF