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Estamos cada vez mais perto de desvendar e publicar para todos vocês quem era o cara de sorte lá na PMJP que todo mês embolsava algo em torno de 75 mil reais, uma “generosidade” da SP Alimentação, ou na linguagem do tráfico o “arrego” mensal para manter uma empresa cheia de problemas fornecendo como queria a merenda das escolas municipais.

Já sabemos que os encontros aconteciam em Recife no hotel Atlante Plaza, sempre em torno de um bom cardápio.

O que posso adiantar, e não é surpresa para ninguém, é que trata-se de um importante “general” do Coletivo RC, alguém que só é convocado para missões de extrema confiança.

Seguindo pistas aqui, cavando informações ali, vamos acabar descobrindo com provas o que Luciano Agra talvez seja obrigado a assumir sozinho, mesmo não tendo grande parte da culpa nessa relação suspeitíssima da PMJP com a SP Alimentação.

Quem fez o lobby para que a SP se instalasse em João Pessoa? Quanto isso rende?

Muito perto de descobrir respostas para essas perguntas, agora junto cacos para acusar o Coletivo RC do que todo mundo já sabe: há uma associação para o crime de lesa pátria neste agrupamento que nem é pessoa jurídica e nem física, apenas uma organização clandestina que se reúne e decide quem vence e quem perde, quem entra e quem sai na PMJP e no Governo do Estado.

Aliás, nem as autoridades escapam das garras deste Coletivo e agora mesmo um desembargador e um conselheiro do TCE estão sendo vítimas da sede de poder de seus membros, que querem por que querem ocupar espaço nesta esfera jurídica para fechar o firo

Da merenda ao TJ ou TCE, para eles o céu é o limite.

Em tempo: quem recebia a propina da SP hoje ocupa cargo de destaque na gestão de Agra.