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A coisa anda feia la pelas bandas do Tribunal de Contas da União (TCU), estância habilitada para julgar contas dos gestores na esfera federal e convênios que envolvam verbas liberadas pelo poder central.

Agora veio a tona a denúncia de que os serviços de palestras do presidente do TCU, ministro Benjamin Zymler, eram oferecidos na internet descaradamente por uma empresa contratada por órgãos que o tribunal tem a incumbência de fiscalizar.

E a maracutaia não pára por aí. Até sua chefe de gabinete e dois ministros substitutos palestravam para quem depois iria “fiscalizar”.

Pasmem! A Elos Consultoria Empresarial e produção de Eventos faturou com a peraltice a bagatela de 2,1 milhões de reais com entre 2008 e 2010.

Aqui na Paraíba o Tribunal de Contas do Estado (TCE) é dirigido e monopolizado pela família Cunha Lima, que lá botou como vitalícios Fernando Catão (tio de Cássio), Arthur Cunha Lima (primo de Cássio) e Fábio Nogueira (amigo, alter ego de Cássio e irmão do secretário de Planejamento do governo, Gustavo Nogueira).

Será que também fazem palestras? Alguém aí acha que  são isentos para avaliar contas de correligionários do Grupo Cunha Lima?