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Após o Governo Federal confirmar a inclusão dos trabalhadores da área de educação no grupo prioritário de vacinação contra Covid-19 no Brasil, o secretário de Estado da Educação e da Ciência e Tecnologia, Cláudio Furtado, comemorou a decisão.

Em Nota Informativa encaminhada ao Supremo Tribunal Federal (STF) na noite de terça-feira (02), a Secretaria de Vigilância em Saúde, do Ministério da Saúde, disse entender que o ambiente de escolas e universidades são potenciais na exposição à infecção por Covid. Citou que, “principalmente no ensino básico, esses profissionais possuem contato com muitos alunos simultaneamente, é de extrema relevância a vacinação dos trabalhadores da educação”.

De acordo com Cláudio Furtado, a secretaria paraibana vai assegurar o cumprimento das medidas de proteção sanitárias estabelecidas, visando a redução dos índices no Estado.

“Nós vimos com grande satisfação a inclusão dos professores e profissionais da educação nesse grupo prioritário, e assim que o plano de vacinação siga em sua sequência e chegue nesses profissionais, isso será muito importante. Nesse momento a grande atenção é justamente para que as medidas de afastamento sejam obedecidas pela população e a gente faça com que os números baixem”, ressaltou.

Quem também celebrou a decisão foi o presidente da Associação de Professores de Licenciatura Plena (APLP), Bartolomeu Pontes, destacando ainda a importância da inclusão e lembrou que essa era uma pauta da associação desde o início da pandemia.

“Os conteúdos a gente pode repor, a vida nunca”, afirmou ele.

Ainda segundo o documento enviado à Corte, a proteção dos profissionais da educação é importante para a retomada das atividades escolares.

“É importante promover a proteção dos trabalhadores da educação, principalmente em um contexto de retomada das atividades. No entanto, sua priorização não deve se dar em detrimento dos grupos de maior risco de agravar e morrer pela doença. Impende destacar ainda que os trabalhadores da educação que estiverem dentro de algumas das condições de risco agravantes da covid-19 serão priorizados nos respectivos grupos característicos”, destacou o texto.