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O presidente do Sindicato dos Motoristas e Ajudantes de Entregas do Estado da Paraiba (SINDMAE), Marcos Antônio, disse em entrevista que a paralisação dos caminhoneiros tem data de início mas não há previsão para o encerramento.

“Enquanto, realmente, não for cumprido todos os objetivos da categoria, a gente vai permanecer parado”, afirmou.

Dentre as reivindicações do setor, estão a luta contra o aumento do preço dos combustíveis, em especial o diesel, e a tabela mínima de frete, criada em 2018 após a última greve do setor, realizada em 2018, mas que desde então não entrou em vigor. Segundo Marcos Antônio, só haverá negociação direta com o presidente da república, Jair Bolsonaro, quando o Governo Federal cumprir a lei acordada anteriormente.