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Enquanto Jair Bolsonaro leva o Brasil cada vez mais para o lado dos Estados Unidos, o vice tem se articulado com setores técnicos do governo para ampliar o diálogo com a China e com a Rússia, adversários notórios de Donald Trump.

Está nos planos de Mourão, por exemplo, melhorar a relação com a Rússia, de Vladimir Putin, a partir das discussões na Comissão de Alto Nível entre os dois países.

Na semana passada, o vice se uniu ao presidente do Ipea, Carlos Von Doellinger, para abrir uma mesa de estudos permanentes sobre a relação estratégica com os russos e também na questão Brasil-China. O vice é crítico da “timidez” do setor privado brasileiro na agenda de comércio com os chineses.

A ideia é focar nas áreas de comércio, investimento e financiamento. Mourão também critica a falta de projetos para uso dos recursos de financiamento do New Development Bank – NDB.

O vice também deve se aproximar dos temas tratados em relação à Africa, na Comissão Bina-cional Nigéria-Brasil.

A informação é da coluna Radar da Veja.

Da redação