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Enquanto as pessoas morriam, eles enriqueciam.
E de forma fraudulenta!
Essa é a constatação do Ministério Público da Paraíba, que apontou possíveis casos de superfaturamento ocorridos em procedimentos licitatórios ou contratações diretas realizadas ano passado em 25 municípios paraibanos.
O esquema teria sido operacionalizado em locação de caminhonetes.
Estima-se que essas irregularidades tenham causado um dano ao erário de mais de meio milhão de reais.
O MP grifa que os fatos são graves, especialmente considerando que representam gastos desnecessários em meio a crise causada pela pandemia, que já matou mais de 7 mil paraibanos.
Camionetes foram locadas por até 11 mil reais, enquanto veículos similares custaram em torno de 5 mil mensais – configurando um superfaturamento de mais de cem por cento.
Eis a lista dos municípios no alvo do ministério público:
Bom Jesus, Emas, Conceição, Cajazeiras, Cacimbas, Aroeiras, Baía da Traição, Cruz do Espírito Santo, Desterro, Cubati, Aroeiras, Frei Martinho, São Vicente do Seridó, Salgado de São Félix, Itaporanga, Nova Olinda, Sumé, Tavares, Pedra Branca, Tenório, Lagoa, Uiraúna, Pitimbu, Vista Serrana e Prata.
Com a palavra, os prefeitos.

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