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O presidente Jair Bolsonaro não poderia perder a chance de causar polêmica na Assembleia Geral da ONU, em Nova York. Abrindo o evento na manhã desta terça-feira (24), Bolsonaro atacou médicos cubanos, exaltou a ditadura militar no Brasil, atacou lideranças indígenas, como o cacique Raoni, e bajulou os Estados Unidos.

Em seu discurso, o presidente disse que a “ditadura cubana trouxe ao Brasil médicos sem comprovação médica”, um “verdadeiro trabalho escravo, respaldado por entidades de direitos humanos”.

Ele também atacou a Venezuela e disse que o Brasil “sente os impactos” da “ditadura venezuelana”. “Trabalhamos com os EUA para a democracia ser restabelecidade na Venezuela e para outros países não experimentem este nefasto regime”, disse.

Ao falar sobre a Amazônia, Bolsonaro atacou “países com espírito colonislista”, em referência às críticas de nações europeias. “Clima seco favorece queimadas. Existem queimadas praticadas por índios”, complementou.

Boslonaro criticou o que chamou de “ambientalismo radical”, que, segundo ele, representa o “atraso”. “Temos tolerância zero para criminalidade, incluindo crimes ambientais. Qualquer iniciativa de ajuda ou apoio deve ser tratado em pleno respeito à soberania brasileira. Rechaçados a tentativa de instrumentalizar a questão ambiental em prol de interesses políticos externos”.

Da redação com Brasil 247