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Em um ano digamos diferente, devido à pandemia mundial do coronavírus e também por ser um ano eleitoral, 2020, continua para a gestão do prefeito de Campina Grande Romero Rodrigues (PSD) e de seu vice-prefeito Enivaldo Ribeiro (PP), com algumas velhas mazelas sociais do empreguismo, nepotismo e processos por corrupção. É o que revela dados do tribunal de Contas do Estado (TCE-PB) relativos ao mês de julho de 2020, onde mostra que apesar tribunal já ter emitido nove alertas a gestão campinense por irregularidades na contratação de pessoas, não está impedindo Romero de manter quase nove mil servidores sem concurso na sua gestão.

Atualmente a PMCG tem 8.931 servidores sem concurso a um custo mensal de R$R$ 15.626.536,32, gastos relativos à última folha disponibilizada no Sagres referente ao mês de julho de 2020. Em janeiro eram 6.127 servidores sem concurso. Confira detalhes na página do TCE-PB: https://sagres.tce.pb.gov.br/municipio_index.php. Diante dessa realidade foi resgatado vídeo de uma coletiva de Romero pós-período eleitoral no qual relatava que iria diminuir a quantidade e gastos com pessoas sem concurso na PMCG.

Veja o que dizia Romero:

Neste ano de 2020, a gestão de Romero/Enivaldo recebeu seu nono alerta do TCE-PB, em seu Diário Oficial Eletrônico (DOE), tratando de fatos relativos ao seu quadro de servidores. Mais especificamente, sobre o número de contratados por tempo determinado para atender à necessidade temporária de excepcional interesse público, e também sobre servidores com acúmulo de vínculos públicos. Vale ressaltar que estamos em período eleitoral e que tal aumento de servidores sem concurso, pode se configurar um benéficio para o pré-candidato do seu grupo o seu ex-secretário Bruno Cunha Lima (PSD). Veja detalhes: https://tce.pb.gov.br/noticias/tce-pb-emite-alerta-a-pmjp-recomendando-verificacao-de-contratacao-temporaria-de-servidores