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Em um ano digamos diferente, devido à pandemia mundial do coronavírus e também por ser um ano eleitoral, 2020, continua para a gestão do prefeito de Campina Grande Romero Rodrigues (PSD) e de seu vice-prefeito Enivaldo Ribeiro (PP), com algumas velhas mazelas sociais do empreguismo, nepotismo e processos por corrupção. É o que revela dados do tribunal de Contas do Estado (TCE-PB) que apesar de já ter emitido oito alertas a gestão campinense por irregularidades na contratação de pessoas, não impediu Romero de colocar somente em janeiro deste ano mais 44 pessoas na administração municipal, sem concurso público.

Somente neste mês de janeiro de 2020, a gestão de Romero/Enivaldo colocou 44 pessoas sem concurso nos mais diversos setores um custo mensal de R$ 58.559,67. No total a PMCG tem janeiro deste ano mais de 6 mil pessoas sem concursos entre cargos comissionados e contratação por excepcional interesse público, que consomem mensalmente quase R$ 10 milhões aos cofres da PMCG. Diante dessa realidade foi resgatado vídeo de uma coletiva de Romero pós-período eleitoral no qual relatava que iria diminuir a quantidade e gastos com pessoas sem concurso na PMCG. Veja o que dizia Romero: https://youtu.be/_C-ZUwl9QzY

Neste ano de 2020, a gestão de Romero/Enivaldo recebeu seu oitavo alerta TCE-PB, em seu Diário Oficial Eletrônico (DOE), tratando de fatos relativos ao seu quadro de servidores. Mais especificamente, sobre o número de contratados por tempo determinado para atender à necessidade temporária de excepcional interesse público, e também sobre servidores com acúmulo de vínculos públicos.Veja detalhes: https://tce.pb.gov.br/noticias/tce-pb-emite-alerta-a-pmjp-recomendando-verificacao-de-contratacao-temporaria-de-servidores