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Repercute negativamente em Campina Grande a situação caótica vivida pela Prefeitura Campina Grande, notadamente após a Operação Famintos que resultou na prisão da então Secretária de Educação, o afastamento de um secretário e a prisão de vários empresários ligados ao esquema chamado de criminoso pela PF e MPF. Agora, nas redes sociais, várias pessoas estão fazendo apelo ao prefeito Romero Rodrigues para que pague uma dívida de mais de R$ 1 milhão com o Hospital Edgley Maciel.

Na página do facebook, no endereço https://www.facebook.com/752113008576556/posts/814678872319969/, informa-se que oDébito da gestão Romero com o hospital Dr Edglei já passa de 1 milhão de reais.

Neste ano, conforme a rede social, a PMCG não pagou nenhum mês, fora 2 meses de 2018, 14 x 120,000,00. Com isso, completará 12 meses então.Total do débito: 1.440.000 reais.
Municipalizado pelo prefeito em janeiro de 2016, o Hospital Dr. Edgley Maciel, tornou-se segundo fotos enviadas a outros sites, um criadouro de mosquitos aedes aegypti, vetor de doenças como dengue, febre amarela, chikungunya e zika virus.
As fotos comprovam carros, ambulâncias e diversos equipamentos da prefeitura de Campina Grande abandonados nos fundos do hospital servindo para o acúmulo de água que propícia a multiplicação do mosquito da dengue.
Durante a assinatura do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com o Ministério Público em janeiro deste ano o prefeito Romero Rodrigues assegurava que a unidade localizada no bairro de José Pinheiro iria funcionar como um centro de tratamento de hemodiálise, uma central de imagem e o serviço municipal de emergência, psiquiatria e internação num custo mensal de R$ 300 mil para manter as atividades.

O que se tem visto, na verdade, é que o Centro de Hemodiálise funciona precariamente e várias dependências apresentam mofo, instalações elétricas precárias, muito lixo e mato.

Redação