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Os deputados estaduais Anísio Maia (PT), Frei Anastácio (PT) e Jeová Campos (PSB) irão a Curitiba, no Paraná, nesta quarta-feira, 10, para prestar solidariedade ao ex-presidente Luis Inácio Lula por ocasião de seu depoimento ao juiz Sérgio Moro, no âmbito da operação Lava Jato.

“Lula é o político mais perseguido da história do Brasil. É vítima de uma farsa montada pela mídia e pelos setores do judiciário. Tudo isto está igual aos processos judiciais da época da ditadura, quando já sabíamos o resultado antes mesmo do julgamento. Defender o presidente Lula e o seus direitos de cidadão é defender o estado democrático de direito”, disse Anísio Maia.

Para o petista, a condução da operação Lava Jato configura-se como um caso de lawfare, que seria o uso indevido de recursos jurídicos com a finalidade de perseguição política: “A acusação inseriu de última hora mais de 100.000 páginas ao processo. É humanamente impossível ler tudo para saber, ao menos, do que está sendo acusado. Bem recentemente, o ministro Gilmar Mendes decidiu que Aécio Neves não poderia ser interrogado a partir de documento que ele desconhecesse. Mas, o objetivo da Lava Jato é meramente político e contra Lula pode tudo”.

“Integrantes do Judiciário e Ministério Público estão engajados politicamente. Chegou-se ao ponto do juiz Sérgio Moro divulgar vídeo em redes sociais e ser estampado em capas de revistas num ringue, com luvas de boxe, contra o presidente Lula. Isto é postura adequada para um magistrado? E para comprovar que estamos em uma transição à ditadura, a juíza Diele Zydek proibiu manifestações de apoio ao presidente Lula. Mas, lá estaremos, ao lado do companheiro Lula em qualquer circunstância desse jogo de cartas marcadas”, concluiu.

Fonte:Wscom