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A sogra de uma mulher gestante, que estava em trabalho de parto, denunciou a precariedade da Maternidade de Bayeux, que informou na véspera de ano novo à família da paciente que estava sem material para fazer o parto e pediu que a jovem procurasse ajuda médica em João Pessoa. A denúncia foi feita por meio de um vídeo gravado em frente à unidade de saúde.

”A prefeita diz que cidade tá ótima na saúde. Ótima desse jeito, que não tem nem material pra fazer um parto?”, questiona a mulher no vídeo. Veja:

Já no primeiro dia do ano, a prefeito de Bayeux, Luciene de Fofinho, se envolveu em uma polêmica na área da saúde, ao fixar na entrada de um hospital, um aviso em tom de ameaça aos funcionários, exigindo que os pacientes fossem bem atendidos. Tanto o Sindicato dos Médicos da Paraíba (Simed-PB) quanto o Sindicato dos Trabalhadores Municipais de Bayeux (Sintramb) consideraram a atitude da prefeita uma forma de assédio moral contra os profissionais.

Após todos esses fatos, fica o questionamento: que moral tem a prefeita para pedir um atendimento digno aos profissionais se a própria gestão não proporciona uma estrutura mínima? Há que se perguntar também se os salários estão em dia. Vamos acordar, Luciene de Fofinho!