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Todos os políticos que precisam renovar o mandato em 2018 intensificaram as articulações e visitas as bases. Menos Lira.

Mais conhecido como Lira Garapão, o senador estranhamente não esteve na Paraíba em nenhum dos três feriadões do mês de abril.

O que deduzir de um comportamento evazivo desse? O que deduzir de um político que faltando pouco tempo para a sua reeleição não definiu ainda de que lado ficará e vai de um lado pra outro feito barata tonta?

Lira não se comporta como candidato. E se acha que pegará uma garapa para ser primeiro suplente de Cássio ou Ricardo, melhor reavaliar o modus operandi.

De um lado Deca se insinua candidato a deputado federal, mas quer ser mesmo suplente de Cássio. Do outro Luís Couto abre uma vaga de deputado federal ao desistir da reeleição e se consolida como o primeiro suplente Ricardo.

Enquanto os bons jogadores movimentam sem blefes as suas pedras no tabuleiro de xadrez, Lira Garapão brinca de esconde-esconde com sua base.

Não será candidato a nada e no máximo vai querer manter ou ampliar seus negócios com o Governo Federal.

Lira não é político. É empresário. E só pensa no seu lucro.

Dércio Alcântara